domingo

Julho em poucas palavras

Juntos há 28 anos! Festejámos também 30 e...anos de namoro.
A minha Mãe fez 77, no mês 7
para o aniversário da minha Mãe experimentei juntar a receita de Brigadeiro com o bolo de bolacha, uma delícia!
os verdes marcaram a sua presença nas minhas agulhas

Os festivais de Verão comandaram o ritmo deste mês!
 Também tive uma noite festivaleira a dois! Adorei a Rita Redshoes e os Pretenders, no EDP Cool Jazz!
A minha filha Inês que viajou pela Islândia protegida do frio, da cabeça aos pés, com lã trabalhada por mim, ofereceu-me um presente muito especial, lã islandesa!
Com as férias dos estudantes da família não faltaram jogos, brincadeiras, petiscos e muita conversa no jardim dos avós.
Eu tive uns momentos para a minha malha na companhia da família e dos meus cães.
Na escola foi o mês das avaliações, exames e planificações, mas antes de me despedir das minhas colegas e amigas ainda fiz uma visita à Horta Urbana de uma das colegas que desenvolve comigo, e mais outra colega, o projecto "Semear para Colher".
Para terminar, matei a saudade dos interrails, indo de comboio até Évora!
Partida de Lisboa
Chegada a Évora
Foi um mês de música, leitura, algum ponto de cruz,muitos momentos e celebrações em família.
Fiz um colete de malha e comecei uma camisola que manterá as minhas mãos ocupadas durante as horas de espera em aeroportos e voos.(pormenores dos modelos no Ravelry)
Estas férias estarei de regresso às minhas origens, onde espero carregar baterias!
Registo fotográfico de alguns dias de Julho no meu "Diário Fotográfico"!

sábado

Home & Away

Gosto quando os livros têm os esquemas com todas as medidas!
Home&Away , da Hannah Fettig, foi um dos primeiros livros que quis comprar, junto com os da Kate Davies, tendo adiado o investimento por não estar certa se conseguiria seguir os modelos. Hoje sinto-me mais atrevida e segura (no caso de ter dúvidas a Hannah Fettig ajuda!) no que diz respeito a projectos de malha, como tal, finalmente comprei o livro da Hannah Fettig e foi um dos meus melhores investimentos. Gosto de todos os modelos e os textos são excelentes para quem não quer cometer excessos e simplificar o seu guarda-roupa juntamente com a sua casa/vida. Na sua página partilha uma aplicação útil para evitar a acumulação desnecessária de fios, bem como para evitar a situação de comprar as quantidades erradas para os modelos que pretendemos fazer. Já me inscrevi no seu grupo no Ravelry, mas ainda não decidi qual o modelo por onde quero começar! Aqui, no jardim dos meus pais, estava a folhear o livro e, como gosto imenso de coletes, senti-me tentada pelo Sycamore. A minha dificuldade em escolher um modelo é não só por gostar de todos mas também porque quero utilizar os fios que tenho. Não tenho muitos mas tomei a decisão, se não utilizar os que comprei para determinados projectos que nunca cheguei a fazer, não os vou guardar pois sinto-me sempre "acorrentada" aos fios em que gastei dinheiro e que apenas têm ocupado espaço lá em minha casa!
Enquanto não me decido vou ouvindo (alguns episódios já tinha ouvido há um tempo!) o seu podcast, produzido em parceria com a Pam Allen. Guardei na lista de livros que gostava de ter o Texture, pois identifiquei-me imenso com os modelos da Hannah Fettig e o seu livro simplesmente encheu as minhas medidas (todos os modelos têm instruções para construção com costuras e sem costuras)!
Por agora vou esvaziar a mente de tantos modelos que gostava de ter e fazer e vou apenas descansar, que bem preciso, após a primeira caminhada do Torrão.
Primeiro andou com trela, mas como deu provas mais do que suficientes de que não fugiria, fez a restante caminhada sem trela.
Chegaram cansados ao parque de estacionamento!

quarta-feira

Troca tintas! Quem? Eu?!

Troca tintas não, troca linhas! O calor e os recentes trabalhos a cores fizeram-me retomar o ponto de cruz. Embora aprecie imenso o toque de um fio 100% lã, embora não transpire das mãos mesmo nos dias mais quentes, ainda assim não consigo aguentar o calor de uma peça que cresce no meu colo.
Tal como tinha prometido à Inês fiz um pompom para o seu Bousta Beanie, bem gordinho e fofinho, tendo levado praticamente 1 novelo inteiro, apenas utilizando parte do mesmo, na última volta do gorro.
Troquei para um fio mais resistente para não partir quando desse o nó!
Instruções aqui no vídeo da Susan B. Anderson. O que fiz a mais, foi bater com o pompom várias vezes na mesa antes de cortar as pontas e acertar, algo que fiz umas 5 vezes!
Agora que sinto que já está protegida para o frio da Islândia, desde as mãos, até aos pés (emprestei-lhe algumas peças minhas!), não lhe faltando gorros, estou pronta para matar a saudade do ponto de cruz.

domingo

Bousta Beanie para uma viagem à Islândia

Já tinha feito um poncho da Kate Davies para a Inês levar na sua viagem à Islândia, mas outro dia quando estive a ver as fotografias da viagem do meu irmão apercebi-me que também lhe devia fazer um gorro e quente! Optei pelo Bousta Beanie, já que sendo feito a cores, e com lã da Shetlandtorna-se adequado para as baixas temperaturas da Islândia. Evitando comprar mais lã tentei fazer com as sobras das Caneleiras Miletinas e com a sobra do Yoke Foxglove, o que me obrigou a adicionar uma quarta cor. Ainda assim não foi suficiente e tive de comprar mais lã. Ficou pronto a tempo e horas já que a Retrosaria é muito rápida a enviar as encomendas. 
Quanto ao modelo o que tenho a dizer é que é extremamente simples, não cansa como qualquer trabalho que envolva cores e padrões, o que faz deste projecto um daqueles modelos de rápida execução.
A Inês ainda terá de decidir se quer ou não um pompom, a Madalena é que se ofereceu para fazer de modelo para este registo fotográfico.

segunda-feira

Flora medicinal e comestível no Magoito

Organização Green Trekker, guia Fernanda Botelho.
Fernanda Botelho a partilhar o seu vasto conhecimento
Fernanda Botelho
O passeio organizado pelo Green Trekker, teve início na Praia do Magoito com a experiente, dinâmica e entusiasta Fernanda Botelho, seguimos até à Praia da Aguda e regressámos ao Magoito explorando a flora nas arribas, algumas algas e por fim a flora no topo das arribas. Os participantes eram de vários países mas a língua não foi de todo uma barreira, tendo sido enriquecedor para o passeio a partilha da utilidade das mesmas plantas noutros países, quer em termos medicinais quer na gastronomia. Só lamento não ter a mesma capacidade de retenção de informação como tive em tempos. Apesar do meu caderno de apontamentos, da recolha de folhas e flores e do registo fotográfico a informação foi intensa o que vai, felizmente, "obrigar-me" a participar noutros passeios com a sábia e apaixonada pelas plantas, Fernanda Botelho. Resta-me tentar organizar a informação recolhida com a ajuda do livro "Uma Mão cheia de plantas que curam", com a consulta do seu blog "Malva Silvestre" e do Portal do Jardim.
O passeio acentuou a minha vontade de mudar, a tempo inteiro e definitivamente, para a zona de Sintra.