quarta-feira

"Vida boa"

"Vida boa" é a expressão que o meu amigo utiliza, quando está feliz. Ontem resumiu em 3 "estados": "Sol, não vento e música, vida boa!". Pouco conversámos, é sempre assim quando está a ouvir música no seu telemóvel, o único bem material de valor que tem para se sentir feliz.
Aqui sentada, a teclar, penso também rapidamente em 3 palavras "Chá, livros e malha, vida boa!". Mas claro que a mim nada me falta, o que me faz sentir um peso na consciência. Adiante!
Há 15 dias que não participo no Yarn Along, por isso resolvi que estava na altura de tirar uns minutos para escrever sobre as minhas leituras e o que tenho nas agulhas.
Em relação à malha, tenho quase a frente da "Camisola Lobo Ibérico" terminada. Estou com receio de, apesar de ter feito uma repetição do padrão rendado, vá ficar ligeiramente curta. Como projeto portátil iniciei a gola "3 cores no Pinhal". Vi-a no podcast "Tea House Knits" e pensei logo "Quero!". Estou a ver todos os episódios da Tina, o que me levou, não só a reler livros sobre o chá, como a fazer novas incursões no Mundo do Chá.  Comecei por reler "O Culto do chá", de Wenceslau de Moraes.

 
Agora estou a reler "O livro do Chá", da Edite Vieira Phillips, da Colares Editora, um livro que vive na bancada da minha cozinha junto dos livros de culinária pois os capítulos finais, "Coisas boas à hora do chá", são dedicados a receitas doces e salgadas.
Chás adquiridos na Mercearia d' Aldeia, Janas/Sintra
Como leitura de cabeceira, estou a ler "As gémeas do Gelo". Sendo uma apaixonada pela Escócia, este livro não podia passar-me ao lado! Skye apenas vi de longe e agora tenho mesmo vontade de continuar a explorar a Escócia.
Numa família como a minha, rica em gémeos, faz uma certa confusão sentir o que estas gémeas, ou melhor, gémea e os seus pais estão a passar! Perturbador, por vezes arrepiante, ainda assim este livro prendeu-me! 
O livro e a capa que o veste
Como todas as 4ªfeiras, hoje farão parte dos meus momentos de leitura, os blogs participantes no Yarn Along.
 

sábado

Parceiros de pés descalços

Eu de pés descalços, o meu rafeiro de patas "descalças"! É nestas alturas que sinto bem empregue o tempo da malha, que dedico a meias.
Não estivemos sozinhos a "chamar" pela primavera, a senti-la aproximar-se!
Abandonámos o "nosso" lugar de sonho, quando o Sol mergulhou no mar. Que inveja senti desse mergulho! Que saudades sinto dos banhos de mar!

# Craft for 20 - 3rd week

  

Na terceira semana do desafio da Jennie, do podcast "Tiny Paper Fox", retomei o ponto de cruz, com o SAL Joyful world. Assim que terminar este bordado falarei um pouco mais do que me "cativou", no primeiro bordado do SAL.
Na 4ªsemana, vou tentar ultrapassar a minha aversão ao Magic Loop, tentando abandonar técnicas tradicionais de fazer malha.

segunda-feira

Por ordem descrescente

Eu e o meu marido andávamos para todo o lado com os nossos três filhos e, mais tarde, com a nossa trupe canina. Felizmente, e para gozo de toda a família e da trupe canina que nos impôs a mudança, tivemos de optar por uma vida mais na natureza. Os restaurantes deram lugar a piqueniques e os passeios eram sempre no pinhal e, com muito menos frequência, na praia. Mas na época em que éramos aceites nos cafés, por não termos a trupe canina, tivemos um episódio que diz muito da nossa forma de estar na vida!
Um dia, num dos restaurantes que mais frequentávamos e onde nos continuamos a sentir em casa, começámos por pedir um café. Os amigos foram chegando, a conversa foi-se alongando e resolvemos pedir uma mousse de caramelo. Conversa puxa conversa e deu-nos a fome! Pedimos então, uma bifana. A minha filha mais velha, que na altura andava no Jardim Escola João de Deus, muito espantada, chegou a uma conclusão, não resistiu e triunfante, interrompeu a conversa dos adultos, algo muito raro, com uma frase que ficou "para a história":
- Os meus pais comem por ordem decrescente!
Estrondosa gargalhada geral.
Continuamos a viver assim. Já tenho imensos trabalhos para a casa de campo que ainda não temos! Até um cortinado,(que já esteve na Casa Amarela) o que me irá obrigar a fazer uma janela ao tamanho do meu cortinado e não o contrário.
O Zé já tem o seu Land Rover, para passar longas tardes na garagem, da tal casa imaginária, com uma garagem/oficina imaginária, a montar e desmontar peças.
Os nossos filhos olham para nós incrédulos e divertidos, pois os anos passam e para eles ainda não crescemos!
Continuamos a fazer opções, "por ordem decrescente"´, mas para não lhe dar razão, desta vez vou seguir a ordem certinha.(ainda pensei em bordar primeiro o mês de fevereiro, mas não resisti à raposinha!)

Aderi a um SAL , Joyful world, do blogue, The Snowflower Diaries.

Retomo assim o meu diário de ponto de cruz, apesar de ter 3 trabalhos por terminar e, muito recentemente, ter iniciado mais um. Mantenho-me fiel à minha primeira paixão, o ponto de cruz! Um dia, graças ao ponto de cruz, encontrei o blogue mais espetacular em fotografia, e não só, o da Loreta, All the Beautiful Things e também foi lá que encontrei este SAL. Ainda estou na fase de escolha do linho. Depois vou bordando mas ainda sem saber o que farei, no fim, com os 12 bordados. Bolsas para os trabalhos que me acompanham mês a mês?! 12 parece-me muito! Almofadinhas de alfazema, com alguns dos bordados?! Um painel, em patchwork, com bordados a ponto de cruz, para a tal casa com que sonhamos?! Aí estaria a dar razão, uma vez mais, aos meus filhos! Não sei, nem estou preocupada com o que vai sair no final, apenas quero gozar os momentos de bordado e de partilha com as restantes companheiras deste novo SAL. Conto fazer por "ordem crescente", mas nunca se sabe!

sábado

1$, 1 calcanhar

A tendência para textos e pensamentos piegas esgotam-me! Ainda assim senti um forte impulso para escrever o que aqui vai!
Há 12 anos, neste mesmo dia, após uma estadia prolongada, saía triunfante e receosamente feliz do Hospital S. José. Tive um meningioma, diagnosticado aos 39 anos de idade, com 3 filhos por criar e uma mão cheia de gente para amar. Um marido para "arreliar", uns pais para mimar, irmãos para tagarelar, sobrinhos para acarinhar, amigos para desafiar e alunos para ensinar! No dia em que soube o porquê de me sentir tão limitada nas minhas ações, com tantas vertigens e sempre a "afundar", entrei em pânico. Os primeiros dias foram um verdadeiro pesadelo, vivido entre  sorrisos forçados, o meu disfarce para não assustar parte da família e para esconder do resto da família e amigos, o que estava a passar. Entrei no Hospital num misto de sentimentos. Absoluta confiança no meu neurocirurgião, que me deu força para enfrentar tudo com alguma serenidade. Medo do que poderia acontecer, mergulhando numa profunda tristeza, pensando nos meus filhos e no que eles estavam a passar e que ainda poderia piorar. Uma tristeza de não ver os meus filhos crescer, apoderou-se de mim. Só pensava, "Sou tão Feliz! Não me Leves já daqui!". Apesar do pânico que sentia do que aí vinha, estava tranquila na certeza porém de que os meus filhos ficariam bem entregues. Quem melhor do que o pai deles, os meus pais e os meus irmãos, para os criarem?! (Eu!) Sentiriam a minha ausência, mas tinha a certeza, que com o tempo viria a saudade preencher essa lacuna. Deixava-lhes recordações felizes para partilharem com a minha família.
Tudo correu mais do que bem e no fim ainda ganhei uma "peregrinação", com os meus Pais, a Santiago de Compostela. Sendo um ano de Xacobeo, tivemos direito a todas a indulgências especiais! O meu Pai compilou carinhosamente este álbum de fotografias dos dias mais que perfeitos que aí vivemos.
Confesso que os anos passam mas que vivo sempre com o receio das recidivas. Passei por outros sustos e cirurgias, uma delas à mama. Desses sustos, do medo, da minha experiência, do sentimento de estar a viver uma segunda oportunidade, nasce a necessidade feroz de ser feliz, de explorar todos os cantos e recantos onde encontre momentos simples de intensa felicidade. Agarro com toda a gana as 365 oportunidade de ser feliz a cada ano que passa, este ano com direito a bónus, 366 oportunidades para ser feliz! Não me entrego aos meus medos, não aceito ser derrotada pelas coisas menos boas e assim vou "reinventando" a felicidade dia-a-dia, como a minha Avó Teresa dizia.
 Os momentos de serena felicidade, a que cá em casa chamam "distrações", "ausências", "momentos zen", dedico-os às agulhas. As agulhas foram a minha "fisioterapia" para as mãos, quando voltei para casa. Descer 3 pisos de escadas a pé, de casa dos meus pais, para casa da minha irmã, foram a "fisioterapia" para as pernas. Tive de aprender a viver com as minhas mãos trémulas e a dificuldade em concentrar-me. Passei a fazer jogos de memória,  muitas vezes com base nos esquemas e padrões dos meus trabalhos de mãos. Ponto a ponto, laçada em laçada, procuro manter os pensamentos em ordem.
Há quem procure também "terapia" e apoio nas agulhas, a Sox Therapist, mais precisamente no Ravelry. Por apenas 1$, fique com as instruções de como fazer um calcanhar. É muito pouco, para todo o trabalho que deu escrever estas instruções. Sei o que é precisar dos outros (graças a Deus não precisei de apoio financeiro!). Sei como nos faz sentir, quando somos assoladas por uma onda de entreajuda e solidariedade.  Sei que nessa mesma onda afogamos os nossos medos e encontramos força para remar contra a maré e até sorrirmos! Sei que aí conseguimos ver uma luz, que nos indica um porto seguro. Vamos ajudar! É só clicar aqui, "Buy it now" e fazer o dowload, dando o nosso contributo. O texto está longo demais! Não me apetece reler, cortar, corrigir...Fui espontânea, perdi-me na conversa,  falei demais. Mas fica assim, com a alma à beira da tecla. Se chegou aqui, obrigada pela paciência! E força, experimente fazer umas meias, é viciante!

quinta-feira

Malha em português

A minha amiga Ana Paula, B'arte convidou-me a entrar numa troca de Natal, num grupo em português,  do Ravelry,  Tuga's knit. Foi com entusiasmo que aceitei o desafio e fui juntando, como quem monta um puzzle,  tudo o que me ocorria, português e que me levasse para "Mares nunca antes navegados", tema da nossa troca de Natal.
Era suposto fazer algo pela primeira vez, o que me levou a encomendar a Beiroa, em vez de ir à Retrosaria. Ainda bem que assim o fiz, só para ter a satisfação de me deliciar ao ver a encomenda.
Tricotei uma Gola Beiroa, feita com lã 100% portuguesa, de uma designer portuguesa, da qual ainda não tinha tricotado nenhuma peça. Pela primeira vez comecei e terminei uma gola em i-cord. Fiz um porta agulhas em burel, com alma portuguesa, em que coloquei um conjunto de 5 agulhas para fazer meias seguindo a tradição portuguesa das cinco agulhas:
"Somos cinco irmãs,
Todas iguais,
Uma anda nua,
A despir as mais."
in "Malhas Portuguesas", Rosa Pomar


Juntei uns peixes, pensando nos habitantes do mar e fio de arame, para marcadores. A cor, do fio para os marcadores e da lã, foi para satisfazer uma das cores favoritas da minha "vítima". Juntei um sabonete bem português, de leite de burra, para a bolsa da malha e uma meada de Beiroa, para um trabalho a fazer conjunto com a gola. Claro que não faltou um postal de Boas Festas, que me esqueci de fotografar, tal como o chá e as folhas que enviei, próprias para anotações de malha. Infelizmente, até hoje não faço a mínima ideia se a minha "vítima" gostou do que reuni, com tanto carinho, tendo sempre presente o tema "Por mares  nunca antes navegados" e o questionário a que cada uma de nós respondeu!
A minha filha fez de modelo, junto ao Mar, onde desagua o Rio das Maçãs. ("O nome da praia deve-se ao facto de o rio que ali vai desaguar ter corrido, em tempos, entre pomares de macieiras, pelo que a fruta, quando estava madura, caía na água e ia dar à praia.")
Em troca recebi este magnífico presente, que revela o carinho de alguém que perdeu tempo a consultar e pesquisar, para concluir o que mais me iria agradar, uma vez que, pelas respostas do questionário,  nunca teria chegado à conclusão que adoro bordar e que ando sempre com um projeto de meias para todo o lado. A gola é lindíssima, macia e confortável! Obrigada Dina, uma vez mais.
A ideia desta troca e do tema, penso que partiu da Marta, uma das moderadoras deste grupo em português no Ravelry. Para ela, uma vez mais, o meu obrigada!
Destacando o que se faz de bom, em português, na comunidade de tricotadeiras, começo pelos podcast da Fabi. Partilha projetos que me agradam, os podcasts não são muito longos e mantemos um diálogo agradável. Retomou, recentemente o ponto de cruz, outro dos meus passatempos favoritos. Num outro dia darei a minha opinião sobre as aulas da Amy Herzog, na Craftsy, tal como prometi à Fabi.
A propósito de podcast em português, a Cristina anunciou no último a partilha de um pacote de aulas de tricot para principiantes. Uma ideia bem simpática! Não sei como ela consegue ser uma pessoa tão calma, com tantos projetos inacabados! Quando uma vez disse que tinha mais de 50 wips, fiquei de boca aberta!
A Filipa Carneiro, a Nionoi, uma mulher do Norte,(gosto muito da alegria contagiante, da forma de ser e estar das mulheres do norte!) também tem aulas gratuitas no seu canal no Youtube.
A Joana Nossa, da Ovelha Negra, no Porto, também está sempre pronta a ajudar. No seu blogue tem um dicionário de pontos Inglês-Português, e quem tiver alguma dúvida, ela responde na caixa de comentários.
Blogues de malha em português, além dos que já partilhei, merecem referência o "Malha a Malha" , o da Isa "Uma Crafter Portuguesa com certeza" e o Dona Maria.
Na Linha de Sintra, podem sempre contar com a Maria Cenoura. Se não estou em erro, todas as noites de 6ªfeiras, abre as portas da sua loja, para encontros de Malha. Que bela forma de terminar a semana!
Lojas, na Linha de Cascais, onde podemos encontrar tricotadeiras experientes e bem simpáticas, a Luísa Ló, da Malhas e Companhia  e a sua amiga Sacha, da The Craft Company.
Em Lisboa, com o merecido destaque, temos a Rosa Pomar, na Retrosaria, com quem sempre muito podemos aprender!
Fica muito por dizer, mas hoje estou sem tempo, tenho de preparar o material para a minha aula de costura, com a Cláudia.

quarta-feira

Lobo Ibérico


Mais um presente do Zé, os KnitBlockers!

Lobo Ibérico, foi o nome que dei ao projeto que tenho nas minhas agulhas, no original "Woolf River". Sou Bióloga e, como tal, quis dar o nome de uma espécie portuguesa à minha camisola. Andava para fazer este modelo, desde o dia em que o vi num podcast da Melody, com o nome "Into the hoods!", gravado num bosque. Espero conseguir concluir este projeto antes de ir passar uns dias, com a família, ao Parque Natural da Peneda-Gerês. A minha agenda, dos Parques e Reservas de Portugal, será o meu diário dos passeios que aí pretendo fazer.
Mas a imagem do lobo, da primeira fotografia, é do livro que estou a ler, para as minhas aulas de ecologia, do 8ºano, O Lince, também da Luísa Ferreira Nunes.
Leituras de cabeceira, tenho ainda o livro da Kate Morton e os dois que comprei esta 2ªf.
Na parede, os registos em forma de coração são a Santa Inês, a Santa Madalena e o Santo António
O da Tana French, foi difícil de encontrar! Só tinham este título da autora, no armazém, antigo e um pouco danificado. Qual foi a razão da minha escolha e persistência, que encontraram o cúmplice ideal na teimosia da rapariga que me atendeu, não tendo descansado enquanto não encontrou este exemplar?! É simples, foi a leitura dos livros que partilham no Yarn Along, com os comentários e observações das bloggers. Não me recordo quem partilhou o livro, mas tenho uma lista de livros criada apenas da leitura do Yarn Along. A maioria dos livros é difícil de encontrar traduzidos e nas nossas livrarias.
"As gémeas do gelo" comprei por ter na capa " Para quem gostou de ler A Rapariga do Comboio". Espero que não seja apenas marketing!
Retomo a minha participação no Yarn-Along, com estes livros e a minha Camisola Lobo Ibérico.

Quanto ao Lobo Ibérico poderão ler mais no Carnívora, ou mesmo, no  Grupo Lobo..
Ainda acerda de leituras, hoje é um dos dias que reservo para os blogs, não só das bloggers no Yarn Along, como também no Ravelry, seleciono "Friend's blogs", para me manter a par das novidades.

terça-feira

Mudança de planos

O Land Rover pregou-nos uma partida. Estávamos prontos para uns dias de "exploradores" e ficámos sem embraiagem.  Ele mais desconsolado do que eu e irritado consigo próprio, por ainda acreditar tanto nas pessoas. Eu a tentar reinventar os dias que tínhamos pela frente! Não foi fácil,  no primeiro dia fazê-lo ultrapassar a frustração, mas tentei. Agarrou-se à net a pesquisar soluções e ocupou-se na cozinha, o que foi uma vantagem para mim. Para lhe fazer companhia,  peguei nas agulhas e terminei a frente da minha camisola Lobo Ibérico
No segundo dia, os meus sobrinhos ficaram a ganhar com esta reviravolta e puderam contar com a "Compincha" no desfile de Carnaval.
Primeiras fotografias do canto superior esquerdo, eu e o meu pai. "O Pilotaço" emprestou-me um dos seus fatos de piloto. As minhas sobrinhas depois emprestaram-me o vestido de Mexicana e juntei-me a eles. à festa e ao desfile!
À noite vimos a comédia francesa "Que mal fiz eu a Deus" e, para fazer uma pausa entre a frente e as costas da minha camisola, fiz este "Capuz Serrano". Perdi-me de riso, cometi um erro, nada de grave, não tendo dado por nada, decidindo que vai ficar mesmo assim! Cada vez que olhar para ele, lembrar-me-ei das gargalhadas que dei.
Na malha acontece-me o mesmo do que nos livros, quando termino a leitura de um livro, fecho-o e durmo, esperando pela noite seguinte para uma nova leitura, fazendo assim uma pausa entre leituras! O capuz foi a minha pausa entre a frente e as costas da camisola!

Terminei, na manhã do dia seguinte, acrescentando-lhe os "tassels". Falta o pompom no topo, não tendo mais desta lã, terei de procurar um resto de outro projeto, que fique bem aqui!
Terceiro dia, caminhámos nas vizinhança do nosso bairro, lanchámos na Versalhes, idealizámos a nossa cozinha "de avós" na César e Castro.
Cortado de uma revista, preso na nossa cozinha!
Uma cozinha, numa casa de campo, com os filhos, amigos e netos, sempre a entrarem e a saírem, impondo-nos um alegre e permanente corrupio, mantendo a nossa cozinha aquecida, a nossa casa num lar. E, como era a 2ª, 2ªf do mês,  fizemos uma paragem na Bertrand. Feitas as contas de um dia passado na cidade, comprei mais um bloco para escrever sempre que me apetecer, e for invadida por ideias, para o "Pomar às cores", 2 livros e 2 sabonetes a que não resisti.

No bloco : No bloco "This notebook is made from apples. Green, susteainable,educational, natural & healthy"

artigos Tomelo

O sabonete que comprei foi o exfoliante! O creme e o sabonete pequeno tenho desde o Natal. Enquanto faço malha, gosto de colocar creme nas mãos e no meu taleigo da malha tenho sempre um sabonete para perfumar. Quanto a Burros, sempre disse que um dia iria ter um! Até lá contento-me com os que os meus filhos me vão oferecendo! O meu creme favorito, foi também um presente dos meus filhos, fazendo parte de um Kit, que fez as minhas delícias.

O segundo sabonete que comprei, foi este de leite de cabra, para mim, uma nova experiência! Será para a bolsa que quero fazer com estes tecidos, para os projetos de meias. Estou a gostar imenso de fazer malha com as agulhas Zing, que o Zé me ofereceu no Natal, sendo as ideais para meias. Vou experimentar o calcanhar, fish lips kiss hell que vi no podcast "Along the Lanes". Comprei as instruções e mesmo que não queiram experimentar, espreitem, fazendo o dowload. Vamos ajudar quem precisa e por tão pouco!
Quarto e último dia, das nossas férias de Carnaval, ficámos por casa, cada um dedicando-se aos seus passatempos, escutando a música que vinha do quarto do nosso filho. Também é bom ficar em casa!