sábado

Home & Away

Gosto quando os livros têm os esquemas com todas as medidas!
Home&Away , da Hannah Fettig, foi um dos primeiros livros que quis comprar, junto com os da Kate Davies, tendo adiado o investimento por não estar certa se conseguiria seguir os modelos. Hoje sinto-me mais atrevida e segura (no caso de ter dúvidas a Hannah Fettig ajuda!) no que diz respeito a projectos de malha, como tal, finalmente comprei o livro da Hannah Fettig e foi um dos meus melhores investimentos. Gosto de todos os modelos e os textos são excelentes para quem não quer cometer excessos e simplificar o seu guarda-roupa juntamente com a sua casa/vida. Na sua página partilha uma aplicação útil para evitar a acumulação desnecessária de fios, bem como para evitar a situação de comprar as quantidades erradas para os modelos que pretendemos fazer. Já me inscrevi no seu grupo no Ravelry, mas ainda não decidi qual o modelo por onde quero começar! Aqui, no jardim dos meus pais, estava a folhear o livro e, como gosto imenso de coletes, senti-me tentada pelo Sycamore. A minha dificuldade em escolher um modelo é não só por gostar de todos mas também porque quero utilizar os fios que tenho. Não tenho muitos mas tomei a decisão, se não utilizar os que comprei para determinados projectos que nunca cheguei a fazer, não os vou guardar pois sinto-me sempre "acorrentada" aos fios em que gastei dinheiro e que apenas têm ocupado espaço lá em minha casa!
Enquanto não me decido vou ouvindo (alguns episódios já tinha ouvido há um tempo!) o seu podcast, produzido em parceria com a Pam Allen. Guardei na lista de livros que gostava de ter o Texture, pois identifiquei-me imenso com os modelos da Hannah Fettig e o seu livro simplesmente encheu as minhas medidas (todos os modelos têm instruções para construção com costuras e sem costuras)!
Por agora vou esvaziar a mente de tantos modelos que gostava de ter e fazer e vou apenas descansar, que bem preciso, após a primeira caminhada do Torrão.
Primeiro andou com trela, mas como deu provas mais do que suficientes de que não fugiria, fez a restante caminhada sem trela.
Chegaram cansados ao parque de estacionamento!

quarta-feira

Troca tintas! Quem? Eu?!

Troca tintas não, troca linhas! O calor e os recentes trabalhos a cores fizeram-me retomar o ponto de cruz. Embora aprecie imenso o toque de um fio 100% lã, embora não transpire das mãos mesmo nos dias mais quentes, ainda assim não consigo aguentar o calor de uma peça que cresce no meu colo.
Tal como tinha prometido à Inês fiz um pompom para o seu Bousta Beanie, bem gordinho e fofinho, tendo levado praticamente 1 novelo inteiro, apenas utilizando parte do mesmo, na última volta do gorro.
Troquei para um fio mais resistente para não partir quando desse o nó!
Instruções aqui no vídeo da Susan B. Anderson. O que fiz a mais, foi bater com o pompom várias vezes na mesa antes de cortar as pontas e acertar, algo que fiz umas 5 vezes!
Agora que sinto que já está protegida para o frio da Islândia, desde as mãos, até aos pés (emprestei-lhe algumas peças minhas!), não lhe faltando gorros, estou pronta para matar a saudade do ponto de cruz.

domingo

Bousta Beanie para uma viagem à Islândia

Já tinha feito um poncho da Kate Davies para a Inês levar na sua viagem à Islândia, mas outro dia quando estive a ver as fotografias da viagem do meu irmão apercebi-me que também lhe devia fazer um gorro e quente! Optei pelo Bousta Beanie, já que sendo feito a cores, e com lã da Shetlandtorna-se adequado para as baixas temperaturas da Islândia. Evitando comprar mais lã tentei fazer com as sobras das Caneleiras Miletinas e com a sobra do Yoke Foxglove, o que me obrigou a adicionar uma quarta cor. Ainda assim não foi suficiente e tive de comprar mais lã. Ficou pronto a tempo e horas já que a Retrosaria é muito rápida a enviar as encomendas. 
Quanto ao modelo o que tenho a dizer é que é extremamente simples, não cansa como qualquer trabalho que envolva cores e padrões, o que faz deste projecto um daqueles modelos de rápida execução.
A Inês ainda terá de decidir se quer ou não um pompom, a Madalena é que se ofereceu para fazer de modelo para este registo fotográfico.

segunda-feira

Flora medicinal e comestível no Magoito

Organização Green Trekker, guia Fernanda Botelho.
Fernanda Botelho a partilhar o seu vasto conhecimento
Fernanda Botelho
O passeio organizado pelo Green Trekker, teve início na Praia do Magoito com a experiente, dinâmica e entusiasta Fernanda Botelho, seguimos até à Praia da Aguda e regressámos ao Magoito explorando a flora nas arribas, algumas algas e por fim a flora no topo das arribas. Os participantes eram de vários países mas a língua não foi de todo uma barreira, tendo sido enriquecedor para o passeio a partilha da utilidade das mesmas plantas noutros países, quer em termos medicinais quer na gastronomia. Só lamento não ter a mesma capacidade de retenção de informação como tive em tempos. Apesar do meu caderno de apontamentos, da recolha de folhas e flores e do registo fotográfico a informação foi intensa o que vai, felizmente, "obrigar-me" a participar noutros passeios com a sábia e apaixonada pelas plantas, Fernanda Botelho. Resta-me tentar organizar a informação recolhida com a ajuda do livro "Uma Mão cheia de plantas que curam", com a consulta do seu blog "Malva Silvestre" e do Portal do Jardim.
O passeio acentuou a minha vontade de mudar, a tempo inteiro e definitivamente, para a zona de Sintra. 

sexta-feira

FNA17- Feira do Ribatejo

Penso que estas são as que nos foram apresentadas na Irlanda como  Black faces.
Realço uma vez mais, que nessa viagem aprendi que todo o merino que exportam não é Irlandês já que não existem ovelhas Merino na Irlanda. O que fazem é transformação de Merino importada.
Aqui é bem visivel a falta de comida e de água! Algo que ouvi vários produtores/agricultores apontarem como uma falha da feira. Sou leiga e pouco posso comentar, desconhecendo totalmente o que se passou verdadeiramente, mas que os animais estavam com sede é inegável, fome não sei avaliar.
 E por último visitámos algumas casas de madeira, as Casa modulares DIFF e as Casas do Ambiente. Bastante económicas e ideal para quem quer viver uma vida simples, com pouco investimento na casa, guardando verba para um bom terreno. 
Gosto deste tipo de feiras e por isso meti-me a caminho apesar do calor! Não gostei nada de ver as condições em que os animais se encontravam, com falta de água e uma limpeza dos recintos muito escassa. Ainda assim gostei de ir, de acariciar algumas ovelhas, ver alguns (muito poucos!) artesãos a trabalhar, visitar as casas móveis, fazer uma pausa para provar alguns petiscos e produtos regionais e de ter encontrado família que há muito não via. O que trouxe? Muitas flores e sonhos.
Uma nota curiosa, na Assentimóvel a Neuza do blog Velud'arte reconheceu-me. Nunca nos tínhamos visto, apenas nos conhecíamos há já uns anos virtualmente. Este mundo é mesmo pequeno!